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05.03.2009 12:35h
Cléa Carpi da Rocha recebe o Prêmio Bertha Lutz
05/03/2009 12:35h
http://bit.ly/MLqCMN
Foto: Liziane Lima - OAB/RS
Cléa Carpi da Rocha
A premiação também foi concedida a cinco personalidades femininas que prestaram relevante serviço na garantia dos direitos femininos e em questões de gênero em 2008.
A secretária-geral da CFOAB e ex-presidente da OAB/RS, conselheira federal Cléa Carpi da Rocha, recebeu na manhã desta quinta-feira (05), em Brasília, o Prêmio Bertha Lutz. A distinção marca a celebração no Senado Federal do Dia Internacional da Mulher - comemorado oficialmente em 8 de março.
A premiação também foi concedida a cinco personalidades femininas que prestaram relevante serviço na garantia dos direitos femininos e em questões de gênero em 2008. Além da diretora da OAB Nacional, foram agraciadas a embaixadora da Boa Vontade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Lily Marinho; a juíza maranhense Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro; a jornalista, atriz e poeta Elisa Lucinda Campos Gomes; e a assistente social Neide Viana Castanha, que coordena o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
Ao comentar sua indicação ao Prêmio Bertha Lutz, Cléa Carpi afirmou sentir-se "honrada e distinguida", inclusive pela própria OAB, que a indicou, por sua luta pelo processo de redemocratização do país e também pela igualdade e fraternidade para os mais atingidos pela globalização.
Na opinião da advogada, mulheres e crianças são as que mais sofrem com o processo de globalização. Por isso, disse que, nos diversos fóruns nacionais e internacionais em que atua, vem buscando formas de assegurar a inserção social desses segmentos.
- Será que está na receita das sociedades neoliberais garantir a preservação dos direitos humanos em todas as partes do mundo? Será que essas sociedades podem dar respostas para o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos? - perguntou Cléa Carpi, lançando um desafio aos governos de linha neoliberal.
Além de integrar os quadros da OAB, Cléa Carpi é membro da Associação Americana de Juristas (AAJ) e da Associação Internacional dos Juristas Democráticos (AIJD); nessa última entidade desempenha o cargo de vice-presidente. Já participou de sessões da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em que foram debatidas as "piores" formas de trabalho infantil. Integrou ainda a delegação oficial brasileira na Conferência do Cairo sobre População e Desenvolvimento, em 2004.
Cléa Carpi vem atuando como expositora em congressos e seminários nacionais e internacionais. Participou como observadora de conferências da Organização das Nações Unidas (ONU), em Beijing, Istambul e Cairo. Especializada em direitos humanos, atuou também na luta pelo Estado Democrático de Direito e no processo de redemocratização do Brasil, nos movimentos Diretas Já e pela anistia.
Instituído em 2001 pela Mesa do Senado, o Conselho do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz elege anualmente cinco mulheres que tenham se destacado em atividades de defesa dos direitos e valorização da mulher. Em 2008, foram 55 indicações. Bertha Maria Júlia Lutz, que dá nome ao prêmio, nasceu em São Paulo em 2 de agosto de 1894 e liderou a luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras, tendo sido responsável pela aprovação da legislação que garantiu os direitos políticos ao segmento feminino, entre os quais o de votar e o de ser votado.
O conselho também homenageou in memoriam a ex-primeira dama e antropóloga, Ruth Cardoso, que morreu em 24 de junho de 2008. Dona Ruth - como era mais conhecida - criou o Conselho da Comunidade Solidária, programa que visava a alfabetização, capacitação e produção de artesanato solidário.
Da redação do Jornal da Ordem com informações do CFOAB.
A secretária-geral da CFOAB e ex-presidente da OAB/RS, conselheira federal Cléa Carpi da Rocha, recebeu na manhã desta quinta-feira (05), em Brasília, o Prêmio Bertha Lutz. A distinção marca a celebração no Senado Federal do Dia Internacional da Mulher - comemorado oficialmente em 8 de março.
A premiação também foi concedida a cinco personalidades femininas que prestaram relevante serviço na garantia dos direitos femininos e em questões de gênero em 2008. Além da diretora da OAB Nacional, foram agraciadas a embaixadora da Boa Vontade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Lily Marinho; a juíza maranhense Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro; a jornalista, atriz e poeta Elisa Lucinda Campos Gomes; e a assistente social Neide Viana Castanha, que coordena o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
Ao comentar sua indicação ao Prêmio Bertha Lutz, Cléa Carpi afirmou sentir-se "honrada e distinguida", inclusive pela própria OAB, que a indicou, por sua luta pelo processo de redemocratização do país e também pela igualdade e fraternidade para os mais atingidos pela globalização.
Na opinião da advogada, mulheres e crianças são as que mais sofrem com o processo de globalização. Por isso, disse que, nos diversos fóruns nacionais e internacionais em que atua, vem buscando formas de assegurar a inserção social desses segmentos.
- Será que está na receita das sociedades neoliberais garantir a preservação dos direitos humanos em todas as partes do mundo? Será que essas sociedades podem dar respostas para o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos? - perguntou Cléa Carpi, lançando um desafio aos governos de linha neoliberal.
Além de integrar os quadros da OAB, Cléa Carpi é membro da Associação Americana de Juristas (AAJ) e da Associação Internacional dos Juristas Democráticos (AIJD); nessa última entidade desempenha o cargo de vice-presidente. Já participou de sessões da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em que foram debatidas as "piores" formas de trabalho infantil. Integrou ainda a delegação oficial brasileira na Conferência do Cairo sobre População e Desenvolvimento, em 2004.
Cléa Carpi vem atuando como expositora em congressos e seminários nacionais e internacionais. Participou como observadora de conferências da Organização das Nações Unidas (ONU), em Beijing, Istambul e Cairo. Especializada em direitos humanos, atuou também na luta pelo Estado Democrático de Direito e no processo de redemocratização do Brasil, nos movimentos Diretas Já e pela anistia.
Instituído em 2001 pela Mesa do Senado, o Conselho do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz elege anualmente cinco mulheres que tenham se destacado em atividades de defesa dos direitos e valorização da mulher. Em 2008, foram 55 indicações. Bertha Maria Júlia Lutz, que dá nome ao prêmio, nasceu em São Paulo em 2 de agosto de 1894 e liderou a luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras, tendo sido responsável pela aprovação da legislação que garantiu os direitos políticos ao segmento feminino, entre os quais o de votar e o de ser votado.
O conselho também homenageou in memoriam a ex-primeira dama e antropóloga, Ruth Cardoso, que morreu em 24 de junho de 2008. Dona Ruth - como era mais conhecida - criou o Conselho da Comunidade Solidária, programa que visava a alfabetização, capacitação e produção de artesanato solidário.
Da redação do Jornal da Ordem com informações do CFOAB.
05/03/2009 12:35h