Hospital Independência deve reabrir em setembro
25/04/2012 17:05h
Com 50% da obra concluída, a previsão da Secretaria Municipal da Saúde, é de que em cinco meses as reformas estejam concluídas e a instituição esteja pronta para voltar a operar.
A OAB/RS esteve, na manhã desta quarta-feira (25), no Hospital Independência, onde foi realizada uma vistoria nas obras para reabertura da entidade, que desde janeiro deste ano encontra-se em reformas. O chefe de gabinete da Ordem gaúcha, Júlio César Caspani representou a entidade, que foi acompanhada pelo diretor executivo do Grupo Hospitalar Divina Providência, Darcy Mallmann; pelo presidente da Câmara Municipal, Mauro Zacher; pela presidente da Sociedade Sulina Divina Providência, irmã Eloni Coczenski; entre outros representantes de entidades relacionadas ao tema.
De acordo com o secretário Municipal da Saúde, Marcelo Bósio, 50% das obras estão concluídas, e em setembro o hospital já deve reiniciar as atividades. Desde janeiro de 2011 a administração da instituição é da prefeitura de Porto Alegre, e passará para a Sociedade Sulina Divina Providência, que deverá contar com cerca de 450 funcionários.
Estão sendo recuperadas as redes elétrica e hidráulica, a instalação de gás, o sistema de ar-condicionado e o telhado. Mais 100 operários trabalham hoje na reforma do hospital, que na última vistoria contava com 70 trabalhadores.
O hospital contará com 100 leitos destinados ao SUS na primeira fase da reforma, mas a meta é criar mais 200 vagas até 2014. A instituição deverá ser referencia no atendimento em ortopedia e traumatologia, contando com serviços de diagnósticos por imagem, laboratórios, análises clínicas e cirurgias ambulatoriais, entre outros, desafogando os hospitais de Pronto Socorro e Cristo Redentor.
Em defesa da saúde pública no RS
Ao longo dos últimos anos, a OAB/RS tem empreendido diversas ações na busca de melhorias para o sistema de saúde do RS, como as intervenções junto ao Poder Público pela reabertura do Hospital Independência e do Luterano, que ainda se arrastam devido à burocracia estatal, apesar da permanente mobilização da Ordem gaúcha e de entidades da área da saúde. Além disso, a OAB/RS sediou diversas audiências públicas sobre o caos no setor público de saúde. Entre os resultados foi também fundamental na conquista de verbas – de R$ 190 milhões – junto ao Governo do Estado, para a manutenção dos hospitais filantrópicos.
25/04/2012 17:05h
