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Ordem gaúcha acompanha subseções de Santiago, Marau e Santa Vitória do Palmar em audiência com o TRT4

06/03/2009 08:35h

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No encontro, Maria Helena Dornelles destacou que a OAB/RS tem acompanhado de perto as questões de remanejamento de varas e postos do trabalho, atuando junto com todas as subseções afetadas.

A secretária-geral adjunta da OAB/RS, Maria Helena Dornelles, acompanhou as comitivas de Santiago, Marau e Santa Vitória do Palmar em audiência com o presidente do TRT4, João Ghisleni Filho, nesta sexta-feira (06), representando o presidente Claudio Lamachia, que estava em viagem pelo interior do estado. Na ocasião, também participaram da reunião o presidente da CDAP, José Ramos, a coordenadora do Departamento Cultural da OAB/RS, Marisa Nonohay, o ouvidor da OAB/RS e secretário-geral da CAA/RS, Daniel Júnior de Melo Barreto, e o chefe de gabinete da presidência, Julio Cezar Caspani.

Os grupos, compostos por representantes do Executivo, do Legislativo, das subseções da OAB e de diversos sindicatos dos municípios e segmentos das comunidades, reivindicaram ações distintas quanto à Justiça do Trabalho.

Estavam presentes pelas subseções: o presidente da OAB Santa Vitória do Palmar, Edison Vives Pereira; o presidente da OAB Santiago, Alfredo Bochi Brum; o presidente e o vice da OAB Marau, Ildomar Marodim e Lorileno Cerato Reveilleau. Participaram ainda, os deputados federais Luiz Carlos Busato e Fernando Marroni.

A comitiva de Santiago reivindicava a transformação do posto da Justiça do Trabalho em Vara Trabalhista. Já o grupo de Marau solicitava a instalação de um posto da Justiça do Trabalho no município. Por sua vez, as comitivas de Santa Vitória do Palmar e Arroio Grande buscavam a manutenção das Varas Trabalhistas nestas cidades e a não transformação das mesmas em postos de atendimento da Justiça do Trabalho.

No encontro, Maria Helena destacou que a OAB/RS tem acompanhado de perto as questões de remanejamento de varas e postos do trabalho, atuando junto com todas as subseções afetadas.

Ghisleni Filho salientou que, mesmo que sejam confirmadas as mudanças das unidades, nenhum destes municípios ficará sem a presença da Justiça do Trabalho. “Caso a vara seja remanejada, ficará em seu lugar um posto da Justiça do Trabalho, com toda a estrutura necessária para os advogados e a comunidade”, afirmou.

O TRT4 confirmou que serão realizadas audiências públicas nos municípios que podem ter suas varas extintas. A decisão final quanto a todas as reivindicações cabe ao Órgão Especial do tribunal.

06/03/2009 08:35h



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